Ultimamente eu venho me encaixando, estou ligeiramente satisfeito. Não quero de modo algum estar realizado ou contente, mas parece fácil sentar e observar o comportamento das pessoas evoluir por si. É simples, se se para de seguir uma ideologia de exclamação e adquire a posição de uma vírgula, o ser escolhe tornar-se uma pausa sóbria de análise em contraste com a antiga forma de interrupção e ordem.
A vírgula representa uma indiferença à conclusão, no texto, um observador passivo que vez outra encerra meio raciocínio pondo-se a separar de maneira calma e reflexiva, dois fragmentos de sapiência. Se você se encontra como intermediário entre a finalidade e o meio, está ciente dos dois, e terá como estudá-los.
O ponto de exclamação é tosco e se posta no término do texto, trogloditando o imperativo e expressando-se de forma cega. Não tem uma visão complexa do período anteposto e resume-se à um breve momento de existência e raiva.
Suponho, então, que devemos tornarmo-nos vírgulas, e consequentemente transcendentais, estando presentes de forma sutil no texto que reconhecemos como sobrevida, assim, se acordarmos com vontades exclamativas, seremos de novo irracionais, gritaremos à vontade e devemos morrer pós isso, trajados de indigentes à capacidade mental.
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interrogaçao.. não sabendo nunca o q ocorre. sempre o periodo da indagaçao. aconteceria por ser como a exclamaçao, um simples e breve momento de existencia, ate o fim da sua dúvida. acho q peguei, nao sei..
ResponderExcluirAdoro o papel da vírgula. Principalmente por considerar o fato de que ela pode alterar todo o sentido de uma frase, de um texto. E apesar disso, ela não deixa de ser absurdamente discreta...
ResponderExcluirAnekii,